Reginaldo Almeida propõe recolhimento e destruição de livros infantis distribuídos pelo MEC, que fazem apologia ao incesto


Em pronunciamento na sessão desta segunda-feira (12/06), na Câmara de Vila Velha, o vereador Reginaldo Almeida (PSC) repercutiu uma notícia publicada pela imprensa, no último fim de semana, sobre a decisão do Ministro da Educação, Mendonça Filho, de mandar recolher os 93 mil exemplares do livro intitulado “Enquanto o sono não vem”, que foram distribuídos para alunos de 1º, 2º e 3º anos do Ensino Fundamental, matriculados em escolas públicas de todo o país. A obra está sendo recolhida por não ser apropriada para crianças e por abordar o tema “incesto” de forma pouco didática.

“O livro conta a triste história de uma menina que foi escolhida pelo próprio pai para ser sua esposa. Como ela se recusou a aceitar a situação, foi duramente castigada pelo pai e acabou morrendo de sede. Trata-se de uma obra completamente inadequada para fins educacionais junto ao público infantil, por isso o MEC determinou seu recolhimento e sua distribuição para bibliotecas públicas. No entanto, para evitar que nossas crianças tenham acesso a esse tipo de conteúdo, nas bibliotecas, elaborei um expediente em forma de indicação ao prefeito Max Filho (PSDB), solicitando que, em Vila Velha, esses livros sejam recolhidos e proibidos de pertencerem ao acervo das bibliotecas públicas, uma vez que fazem apologia ao incesto. E caso a PMVV não possa devolver os livros para o MEC, que eles sejam incinerados”, propôs Reginaldo Almeida.

Assista o vídeo abaixo e confira o pronunciamento de Reginaldo Almeida sobre este assunto:

 

 

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